Em um bate-papo daqueles de faculdade, ainda mais em um curso tão reflexivo socialmente quanto o de História, é inevitável haver debates referentes à temas em voga no presente cenário sociopolítico nacional. Nesse quesito, o start foi dado pelas grandes manifestações motivadas principalmente pelo aumento nos preços das passagens de ônibus da cidade de São Paulo.
Então, conversa vai, conversa vem, chegamos a um questionamento: qual é mesmo o motivo dessas manifestações? 20 centavos? Não, como já disseram no Facebook "não são apenas 20 centavos, mas toda a roubalheira que vem acontecendo no cenário nacional!"
O que espero que o povo em geral entenda é que este deve lutar por melhorias no setor de transportes e não por meros 20 centavos, que acarretarão em média 10 reais ao mês para o trabalhador em geral. 10 reais são 2 cervejas no barzinho da esquina, são menos da metade de um ingresso do jogo do Corinthians ou do Bahia - que a grande massa, seja ela das classes baixa (principalmente), média ou alta comparece. Temos que lutar é pela troca da frota tos ônibus (quase todos) que são arcaicos e/ou circulam em péssimas condições; temos que protestar é contra a condição das estradas e até dos pontos de ônibus; temos que fazer manifestações ée para reduzir em 30 minutos o tempo gasto para chegar ao trabalho e, consequentemente, acrescentar esse tempo ao lazer e ao sono.
Que danem-se as 2 cervejas ou o ingresso do futebol, afinal, se não aumentarem a tarifa da passagem do 'buzão', aumentarão o da energia, o do serviço de água e esgoto, o do tomate, o do papel higiênico; isso é um ciclo!
As mudanças aparecerão quando as outras classes trabalhadoras derem apoio às justas greves policiais; quando os alunos e pais de alunos, frentistas, motoristas e empresários lutarem junto aos professores por salários mais dignos. O aumento nos salários dos PMs não vai aumentar 10 reais no nosso bolso ao fim do mês, mas vai trazer uma concorrência maior junto às ofertas de emprego, consequentemente, aumentando assim a qualidade no quadro de funcionários. O mesmo acontece com os professores. | Sabe aquelas propagandas de concursos da Polícia Federal que passam na TV e atraem muita gente inteligente e competente para fazer um curso superior na área de Direito e tentar garantir seu trabalho com salário elevado? Imagina tudo isso acontecendo com Docentes e PMs. Será que não iria trazer um grupo de trabalhadores específicos da área com uma maior perspectiva de exerção da função com qualidade?
Apoio essas manifestações, pois estão demonstrando que o povo brasileiro está percebendo a situação difícil à qual está passando, mas temos que ir aprofundando as reivindicações cada vez mais!
segunda-feira, 17 de junho de 2013
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Grandes empresas, problemas proporcionais!
Seguindo a, às vezes chata, teoria da conspiração, veio-me à mente uma questão causadora de diversos tipos de mobilização: As agressões ambientais.
Seria o descaso com a natureza culpa direta do cidadão comum, com poucas disparidades relacionadas às médias gerais de economia e posição social, em mesmas proporções às dos dominantes do capital e das empresas de grande porte? Pois bem, isso já se tornou incógnita por diversas vezes em minha mente.
O que todos que passam alguma parte do dia ligada a algum meio de comunicação podem notar são as campanhas em prol dos recursos naturais sendo sempre dirigidos à população geral, deixando um ar de que as Multinacionais já fazem isso da maneira mais justa possível, quando na verdade não é isso que acontece. Empresas que produzem um lápis a partir de madeira reflorestada fazem uma festa, uma divulgação assombrosa do material, como se todo o seu corpo fosse oriundo e estivesse se mantendo com recursos sustentáveis.
Seriam as classes que não dispõem da maior parte da renda nacional os bodes expiatórios das poluições e desastres naturais? De fato, não venho através deste questionamento gerar discórdia ou incitar uma não-valorização dos costumes individuais que defendem a fauna e a flora. Também não busco isentar alguém de culpa, já que todos contribuem direta ou indiretamente para as destruições citadas. Mas é importante que saibamos exigir a devida participação de cada um na defesa de nosso planeta, fiscalizando as indústrias, revendo as próprias atitudes e - por que não? - as de nossos semelhantes.
Portanto, mesmo lidando com toda a problemática da menor culpa aos maiores participantes, continuarei jogando o papelzinho de bala no lixo, pois afinal, existe algo muito importante chamado consciência, e esta, assim como a Terra, funciona melhor quando está limpa.
domingo, 27 de janeiro de 2013
Necessitar das obrigações governamentais é pedir demais?
Depois do ultimo texto ("Assine uma, entenda todas") e das ideias propostas para a construção de um mais recente, tenho percebido que poderão ser constantes o uso do "eu" e de seus conjugados. Desde já, peço desculpa pela despadronização e digo que, certamente, trará uma maior produtividade à difusão dos meus ideais. Enfim, vamos ao que realmente interessa.
A saúde pública acaba de exemplificar há pouco o estado em que encontra-se, seja municipalmente ou nacionalmente. O atendimento ao cidadão pagador de impostos e que já contribuiu tanto para a atual formação socioeconômica de de nosso país é sabidamente vergonhoso. Mas aos destrincharmos os pontos-chave de uma emergência, o quadro torna-se bem mais alarmante do que o que se parecia.
Se não fosse passar um tom de apologia aos trotes por telefone - que por sinal são extremamente intoleráveis e prejudiciais às organizações públicas e até particulares - pediria para ligar em um momento entre 19 e 23h para a SAMU e solicitar uma prestação de serviços com urgência, para assim ver o resultado: 2, 3, 4 e até 10 ligação não correspondidas. Ao esbarrar em um empecilho como este, basta creditar às fichas em um carro próprio ou de um vizinho próximo. O carro provavelmente não será propício para o socorro e o paciente já deveria ser encaminhado para um hospital mais próximo - a pelo menos 30km, já que os que estão próximos quase nunca suprem as principais necessidades - com a execução de primeiros socorros. Mas o mais chocante ainda estar por vir: Ao chegar no hospital mais próximo, não há nem 1 (um, I ou one) funcionário para retirar o paciente do carro com os métodos de segurança que são necessitados. Então, quem está fazendo um ato de caridade pode sair como criminoso por não saber como lidar com o doente (Aliás, "quase morto", na situação vivenciada) e acabar agravando ainda mais o seu estado de saúde. Dentro de um local que deveria servir para apasiguar a situação, o que se vê são pouquíssimos profissionais e que, muitas das vezes, só tem os instrumentos necessários para ver a pulsação ( as próprias mãos) e diagnosticar se a pessoa está morta ou não - o que pode ser feito sem precisar sair de casa.
O mínimo que seria preciso para que um caso como esse não terminasse em falecimento seriam algumas ambulâncias em ótimo estado( pode até parecer utopia, mas é possível sim), maior agilidade no trabalho, no mínimo 2 pessoas ( que não precisam nem ser da área de medicina, pois até um simples cidadão portador de Carteira Nacional de Habilitação, que tenha estado atento às aulas teóricas e preparado para aquele momento, poderia ajudar muito executando a movimentação segura do paciente) aguardando os que chegam em urgência e de materiais e profissionais em quantidade e qualidade boas.
Prolonguei o meu discurso final, mas creio que, se você ler novamente as exigências, verá que são meras exigências, não existe nada de incomum nos pedidos, apenas não temos o costume de sermos, pelo menos razoavelmente tratados.
Já que muitas pessoas acham (e podem estar certos) que não haverá uma mudança brusca e precisa na organização de nosso país, vamos lutar pelas pequenas e mais emergentes!
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Assine uma, entenda todas!
A cada dia que passa, o número de empresas ligadas à área de telecomunicação vêm se modernizando. Em contrapartida, a falta de comprometimento e respeito para com o cliente vai de mau a pior.
Os direitos de quem dispõe do serviço não encontram-se de uma maneira explícita, nem ao mínimo que deveriam estar.
O fator tabela de preços e até as "promoções" vêm alavancando um mercado com uma "camuflagem monopolizada". Resumindo: de uma empresa para outra só mudam, de consideráveis, a logomarca e os atendentes, o que é uma falta de respeito com o cidadão!
Nomes e slogans que passam a imagem de clareza, iluminação; vida, atividade; de conversa fluente, receptividade; de que o mundo não tem fronteiras. Já parou para analisar o momento em que parte para um local mais afastado da zona urbana e não encontra sinal telefônico? A imagem de que pretendem passar com os títulos é realmente verdade?

Não gosto de trazer à tona, exemplos em primeira pessoa, mas sinto-me obrigado a partilhar tamanha desconsideração com o consumidor:
Fazem mais de 5 meses que uma empresa tem cobrado uma quantia referente à assinatura de sua internet. Entretanto, em momento algum eu ou qualquer familiar aceitou tal plano, sendo que já possuímos o serviço de uma empresa da região e há apenas um computador em casa. Ao ligar para o local, exigindo reclamações, me ofereceram uma remuneração, pelos meses cobrados, em forma de bônus mas que, para cancelar o "contrato" teria de ser paga uma taxa no valor de aproximadamente 180 reais. Solicitei qualquer prova de que a rede de telecomunicação havia fechado o contrato com o responsável da linha. O que obtive de resposta foi que só poderia fazer isso por meio da justiça (então, que seja feito!).
Ainda questionei qual o modelo de envio de dados que, aparentemente, tinham me mandado (se foi por modem, cabo ou antena). A resposta foi a primeira. Mas, ninguém, em nenhum momento, recebeu tal aparelho.
Essas multinacionais fazem isso com o "contratante" pois já devem estar acostumadas a não receber a devida represália. As pessoas ainda acham que processos judiciais são besteiras, algo referente ao modismo, mas não é! Atrase em alguns dias o pagamento do serviço e receberá, rapidamente, o castigo!
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Encaminhamento das escolhas
Um problema gravíssimo que afeta até os melhores colégios de nosso país é a falta de direcionamento do aluno para alguma área que este realmente venha a identificar-se. É natural encontrar jovens que já possuem 3 anos de nível médio completo e ainda não ingressaram de vez em uma faculdade. Isso nem sempre ocorre pelas altas concorrências ou incapacidade do estudante, mas pela indecisão.
Alguns dos jovens ingressam em áreas as quais não conhecem e apenas receberam indicações informais. Isso acaba trazendo desconforto para o tal pois, muitas vezes, estará dividindo o ambiente estudantil com pessoas que têm grande afinidade com o campo. Toda essa situação pode gerar uma série de conflitos e culminar numa desistência do curso.
Nos países mais desenvolvidos, os jovens já estudam seus últimos anos de "nível médio" recebendo indicações sobre quais são as esferas mais propícias para seguirem, o que traz um maior conforto aos tais.
No Brasil, há uma forte tendência das pessoas em seguir áreas que estão em seu auge, mesmo sem levar em conta o gosto pela referida e, às vezes, mesmo havendo a identificação, ainda existe a questão do mercado saturado, que faz haver uma queda nos salários (pelo fato da mão de obra ser extensa - "lei do: se um não quer, outro quer", que ainda tem muita força em nosso país) e até uma escassez de emprego a curto e a longo prazo!
Alguns dos jovens ingressam em áreas as quais não conhecem e apenas receberam indicações informais. Isso acaba trazendo desconforto para o tal pois, muitas vezes, estará dividindo o ambiente estudantil com pessoas que têm grande afinidade com o campo. Toda essa situação pode gerar uma série de conflitos e culminar numa desistência do curso.
Nos países mais desenvolvidos, os jovens já estudam seus últimos anos de "nível médio" recebendo indicações sobre quais são as esferas mais propícias para seguirem, o que traz um maior conforto aos tais.
No Brasil, há uma forte tendência das pessoas em seguir áreas que estão em seu auge, mesmo sem levar em conta o gosto pela referida e, às vezes, mesmo havendo a identificação, ainda existe a questão do mercado saturado, que faz haver uma queda nos salários (pelo fato da mão de obra ser extensa - "lei do: se um não quer, outro quer", que ainda tem muita força em nosso país) e até uma escassez de emprego a curto e a longo prazo!
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
A política biológica!
A comodidade política é como uma reprodução assexuada: Não precisa de opostos!
Só que, ao passar do tempo, a situação da que se encontra estática não evolui e torna-se vulnerável, sujeita a extinção de quem depende da própria. Um simples problema social, assim como um vírus que se espalha pela espécie, pode causar um alvoroço impressionante!
É importante atentarmos muito mais para o que nos destrói e acaba sendo camuflado. Como aquela formiguinha de açúcar, que "não trás prejuízos à saúde, se ingerida, podendo até beneficiar a visão". Todavia, a barata que a maioria das pessoas sentem nojo, tratam como um animal imundo(e não estão erradas na entitulação), logo após a sua morte, tem o seu cadáver consumido pela tal formiga. Isso mesmo, significa que estará se alimentando do resto de um animal nojento.
Atrás de um problema colocado como o número 1, sempre existe outro maior, que encontra-se camuflado, imperceptível pela maioria esmagadora da população!
As normas que devemos seguir, assim como espécies que não se adaptam ao ambiente, também devem desaparecer, para que outras mais novas e mais bem adaptadas tomem o seu lugar. É como disse o Deptado Federal Jean Wyllys em represália a revista Veja: "Por lei, a escravidão de negros foi legal e o voto feminino foi proibido. Mas, felizmente, a sociedade avança e as leis mudam!".
Só que, ao passar do tempo, a situação da que se encontra estática não evolui e torna-se vulnerável, sujeita a extinção de quem depende da própria. Um simples problema social, assim como um vírus que se espalha pela espécie, pode causar um alvoroço impressionante!
É importante atentarmos muito mais para o que nos destrói e acaba sendo camuflado. Como aquela formiguinha de açúcar, que "não trás prejuízos à saúde, se ingerida, podendo até beneficiar a visão". Todavia, a barata que a maioria das pessoas sentem nojo, tratam como um animal imundo(e não estão erradas na entitulação), logo após a sua morte, tem o seu cadáver consumido pela tal formiga. Isso mesmo, significa que estará se alimentando do resto de um animal nojento.Atrás de um problema colocado como o número 1, sempre existe outro maior, que encontra-se camuflado, imperceptível pela maioria esmagadora da população!
As normas que devemos seguir, assim como espécies que não se adaptam ao ambiente, também devem desaparecer, para que outras mais novas e mais bem adaptadas tomem o seu lugar. É como disse o Deptado Federal Jean Wyllys em represália a revista Veja: "Por lei, a escravidão de negros foi legal e o voto feminino foi proibido. Mas, felizmente, a sociedade avança e as leis mudam!".
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Política: "o campeonato da vida real".
A forma exorbitante em que a política é tratada chega a ser chocante, se observamos um assunto tão essencial com a critica merecida. Nas semanas que antecedem e nas que sucedem as eleições, o que se vê é a politicagem em alta e as rivalidades deixando futuro do local à ser administrado, como um mero coadjuvante.
É importante que voltemos a enfatizar o que realmente nos interessa. O meio político não é como o futebol, que é um passatempo, uma diversão, nada mais que uma ocupação alternativa, em que escolhemos um time, suas cores e, ás vezes não levamos em consideração seus momentos inglórios. Consequentemente torcemos contra seu rival, apenas por motivos simbólicos. O que se vê são votos sendo defendidos, mais pela euforia das pessoas, que pelas propostas dos candidatos.
É claro que quando se tem que escolher apenas um, torna-se inevitável a exclusão e até a ofensividade(de modo que a lei o proteja) contra o concorrente mas, por motivos ideológicos. Temos que parar de defender bandeiras por impulso, porque o colega ao lado também defende ou porque umas pessoas bem populares colocam seus candidatos em um pedestal. Quando o assunto é delicado, tem que existir uma análise precisa para a formação da opinião. Afinal, é a qualidade de vida que depende do voto.
sábado, 6 de outubro de 2012
Máscaras também são abstratas!
Você conhece a TV Senado ou a TV Câmara? Conhece as novelas da Rede Globo?
Pois é. Esse canal de extrema importância em nossa nação é tão pouco popular, mas não só para o cidadão que não possui uma formação intelectual, mas para todos. Torna-se chato e repetitivo palavras sendo decoradas e ditas por pessoas que não possuem a nossa confiança, ainda mais quando isto é feito por todo o dia. Essas emissoras de televisão deveriam ter algo de mais atrativo, para entreter pessoas de todas as idades e fazê-las se importarem com o futuro de seus locais de vida.
Não há uma devida valorização a esses canais de televisão para evitar o poder do entendimento, a força da crítica. Então, deve estar se perguntando o porque da criação dos tais.
Torna-se inevitável em um país democrático que hajam manobras como essas, de uma "maquiada" disposição dos nossos direitos (cria o produto por obrigação, mas faz com que não tenha a atenção, com que fique monótono) portanto, se por um lado há uma pré-disposição em nos informar, há outra em fazer com que as pessoas não queiram ser informadas.
É o mesmo que acontece com crimes políticos que envolvem pessoas de alto escalão. Quando o acontecimento não é espantoso, a ponto de ser considerado com uma catástrofe, nada que um capítulo excitante ou dramático de uma novela não resolva, mesmo que esta seja repetida. Não chega ser culpa do cidadão receber tamanha manipulação dos canais de televisão que estão dominando a audiência, mas fica a cargo dos que têm toda essa percepção,. uma ajuda moral, uma conversa séria com informações sobre atualidades e marginalização da cultura noveleira. Afinal, todos nós já sabemos que nas tais haverão surpresas, que os do mal se tornarão bonzinhos, que o amor impossível será realizado, mas não sabemos o futuro do que é significativo, do que dura mais que 1 ano, do que dura uma vida toda. Não sabemos o futuro do Brasil!
Pois é. Esse canal de extrema importância em nossa nação é tão pouco popular, mas não só para o cidadão que não possui uma formação intelectual, mas para todos. Torna-se chato e repetitivo palavras sendo decoradas e ditas por pessoas que não possuem a nossa confiança, ainda mais quando isto é feito por todo o dia. Essas emissoras de televisão deveriam ter algo de mais atrativo, para entreter pessoas de todas as idades e fazê-las se importarem com o futuro de seus locais de vida.
Não há uma devida valorização a esses canais de televisão para evitar o poder do entendimento, a força da crítica. Então, deve estar se perguntando o porque da criação dos tais.Torna-se inevitável em um país democrático que hajam manobras como essas, de uma "maquiada" disposição dos nossos direitos (cria o produto por obrigação, mas faz com que não tenha a atenção, com que fique monótono) portanto, se por um lado há uma pré-disposição em nos informar, há outra em fazer com que as pessoas não queiram ser informadas.
É o mesmo que acontece com crimes políticos que envolvem pessoas de alto escalão. Quando o acontecimento não é espantoso, a ponto de ser considerado com uma catástrofe, nada que um capítulo excitante ou dramático de uma novela não resolva, mesmo que esta seja repetida. Não chega ser culpa do cidadão receber tamanha manipulação dos canais de televisão que estão dominando a audiência, mas fica a cargo dos que têm toda essa percepção,. uma ajuda moral, uma conversa séria com informações sobre atualidades e marginalização da cultura noveleira. Afinal, todos nós já sabemos que nas tais haverão surpresas, que os do mal se tornarão bonzinhos, que o amor impossível será realizado, mas não sabemos o futuro do que é significativo, do que dura mais que 1 ano, do que dura uma vida toda. Não sabemos o futuro do Brasil!
sábado, 29 de setembro de 2012
O mundo sem paz, seu mundo sem paz!
O que a extrema desigualdade social afetaria na luxuosa vida de um cidadão? Essa é uma pergunta muito fácil de ser respondida.
Ter regalias que a maioria esmagadora da população não dispõe é, realmente algo de se dar inveja, porém, muitas dessas tornam-se limitadas pelo alto grau de periculosidade de vários locais do país. Do que adianta ter dinheiro e disposição, se não há liberdade diante da violência que oprime a todos?
Quando existem inúmeras pessoas dispondo de pouca remuneração para a execução de atividades indispensáveis na vivência do dia a dia, o local onde estão aglomerados torna-se um caos. Esses que não contam com o favorecimento que seria de direito são impulsionados para as margens da sociedade onde optam muitas vezes pela criminalidade.
Essa opção faz com que as classes superiores e até as de mesmo calão fiquem a mercê de delitos e impedidos de frequentar diversos locais, com medo de assaltos, violência e outros fatores prejudiciais.
Enfim, todos perdem no quesito desigualdade social, é a lei da compensação. Seja direta ou indiretamente, todos vão sofrer com o esse descaso.
Ter regalias que a maioria esmagadora da população não dispõe é, realmente algo de se dar inveja, porém, muitas dessas tornam-se limitadas pelo alto grau de periculosidade de vários locais do país. Do que adianta ter dinheiro e disposição, se não há liberdade diante da violência que oprime a todos?
Quando existem inúmeras pessoas dispondo de pouca remuneração para a execução de atividades indispensáveis na vivência do dia a dia, o local onde estão aglomerados torna-se um caos. Esses que não contam com o favorecimento que seria de direito são impulsionados para as margens da sociedade onde optam muitas vezes pela criminalidade.
Essa opção faz com que as classes superiores e até as de mesmo calão fiquem a mercê de delitos e impedidos de frequentar diversos locais, com medo de assaltos, violência e outros fatores prejudiciais.
Enfim, todos perdem no quesito desigualdade social, é a lei da compensação. Seja direta ou indiretamente, todos vão sofrer com o esse descaso.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Desemprego: opinião curta, mas direta
Hoje, estava escutando o som de uma banda que fazia mais de 2 meses que não ouvia. RageAgainst the Machine (ou Raiva contra a máquina) é um ótimo som (diga-se de passagem), tanto na parte instrumental e vocal quanto na parte de letra. O grupo cria letras que vão de frente ao consumismo, ou a "cegueira" do povo em relação a seus governantes e principalmente ao tema LUDISMO, que foi a inspiração para seu nome.
Para quem não lembra ou não sabe, ludismo é o termo que nomeia um movimento acontecido em plena revolução industrial, que visava a destruição das máquinas em geral, com a explicação que já estava e iria tirar ainda mais a mão de obra humana. Não acabou dando muito certo, mas trouxe muitos adeptos.
Enfim, cheguei ao ponto que queria: expressar um pouco de opinião, desta vez, mais direta.
A princípio, a primeira grande revolução industrial acabou deixando muita gente empregada, mas desvalorizou em grande intensidade mão de obra agrícola, que era a principal atividade naquele período. Com algum anos e uma maior modernização fabril, o desemprego começou a crescer, junto com a necessidade de qualificação profissional.
Hoje, na segunda década do século XXI, podemos comprovar que essa relação trouxe fatos positivos e negativos. Apesar de ter diminuído o trabalho braçal, os empregos que exigem o poder intelectual aumentam cada vez mais. a questão de trazer grande desemprego à população que não se intelectualizou, ajudou a motiva-los para uma dedicação a áreas de informações e estudos avançados, favorecendo uma maior tecnologia do mundo atual.
Se um robô ocupa o trabalho de 15 funcionários, sua construção e manutenção exigem mais que isso. o que aconteceu, e muitos não percebem, foi uma "substituição" do trabalho braçal pelo mental, que proporcionou não apenas melhoras no bem estar dos cidadãos, como também a criação de produtos tecnológicos do porte de celulares (que, hoje fazem um infinidade de tarefas) o computador que estou digitando e você lendo e automóveis.
Vale lembrar também que, como vivemos em um mercado capitalista, uma não qualificação implica em uma forte chance de se tornar um futuro desempregado, portanto esse é o lado negativo.
Para quem não lembra ou não sabe, ludismo é o termo que nomeia um movimento acontecido em plena revolução industrial, que visava a destruição das máquinas em geral, com a explicação que já estava e iria tirar ainda mais a mão de obra humana. Não acabou dando muito certo, mas trouxe muitos adeptos.
Enfim, cheguei ao ponto que queria: expressar um pouco de opinião, desta vez, mais direta.
A princípio, a primeira grande revolução industrial acabou deixando muita gente empregada, mas desvalorizou em grande intensidade mão de obra agrícola, que era a principal atividade naquele período. Com algum anos e uma maior modernização fabril, o desemprego começou a crescer, junto com a necessidade de qualificação profissional.
Hoje, na segunda década do século XXI, podemos comprovar que essa relação trouxe fatos positivos e negativos. Apesar de ter diminuído o trabalho braçal, os empregos que exigem o poder intelectual aumentam cada vez mais. a questão de trazer grande desemprego à população que não se intelectualizou, ajudou a motiva-los para uma dedicação a áreas de informações e estudos avançados, favorecendo uma maior tecnologia do mundo atual.
Se um robô ocupa o trabalho de 15 funcionários, sua construção e manutenção exigem mais que isso. o que aconteceu, e muitos não percebem, foi uma "substituição" do trabalho braçal pelo mental, que proporcionou não apenas melhoras no bem estar dos cidadãos, como também a criação de produtos tecnológicos do porte de celulares (que, hoje fazem um infinidade de tarefas) o computador que estou digitando e você lendo e automóveis.
Vale lembrar também que, como vivemos em um mercado capitalista, uma não qualificação implica em uma forte chance de se tornar um futuro desempregado, portanto esse é o lado negativo.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Exemplo para o Brasil?
No texto anterior, tratei de informar algumas qualidades dos EUA que propiciaram um crescimento financeiro. Como meu objetivo é tentar trazer opiniões e críticas que possam ser favoráveis ao Brasil, isso não poderia ser feito melhor que por comparações e, nesse caso, será com os Estados Unidos Da América.
George W. Bush foi mal presidente para os americanos? Tenho a ousadia de dizer que não!
Bush, em seu primeiro mandato, aqueceu conflitos que estavam adormecidos, trouxe inúmeras mortes em favor do capital financeiro, deixou de assinar tratados para uma menor poluição do planeta, isso para não ter decréscimo na economia de seu país. Quase todo o mundo repudiou seus feitos, menos os americanos, que continuaram com uma sociedade de estável para crescente. Isso acarretou em uma reeleição do presidente ao cargo - Nesse período, nem eu entendi o porquê de uma pessoa tão egoísta em relação a seus interesses foi reeleito.
No mesmo período, e até hoje, brasileiros com pensamentos utópicos, faziam manifestações contra a fome no continente africano. Nada contra essas manifestações, o problema é que, um país como o Brasil, que é assolado pela fome e mortalidade infantil e vários lugares de seu território, não pode se dar ao luxo de tentar resolver problemas alheios, antes de resolver os seus próprios, que por sinal, são graves.
Com esse pensamento em si mesmo, os EUA progrediram, porque o Brasil não poderá? O ponto de vista varia de pessoa para pessoa, mas o importante é trazermos alternativas!
George W. Bush foi mal presidente para os americanos? Tenho a ousadia de dizer que não!
Bush, em seu primeiro mandato, aqueceu conflitos que estavam adormecidos, trouxe inúmeras mortes em favor do capital financeiro, deixou de assinar tratados para uma menor poluição do planeta, isso para não ter decréscimo na economia de seu país. Quase todo o mundo repudiou seus feitos, menos os americanos, que continuaram com uma sociedade de estável para crescente. Isso acarretou em uma reeleição do presidente ao cargo - Nesse período, nem eu entendi o porquê de uma pessoa tão egoísta em relação a seus interesses foi reeleito.
No mesmo período, e até hoje, brasileiros com pensamentos utópicos, faziam manifestações contra a fome no continente africano. Nada contra essas manifestações, o problema é que, um país como o Brasil, que é assolado pela fome e mortalidade infantil e vários lugares de seu território, não pode se dar ao luxo de tentar resolver problemas alheios, antes de resolver os seus próprios, que por sinal, são graves.
Com esse pensamento em si mesmo, os EUA progrediram, porque o Brasil não poderá? O ponto de vista varia de pessoa para pessoa, mas o importante é trazermos alternativas!
Principais motivos para o constante crescimento do E.U.A. (opinião do autor)
Os Estados Unidos é um país subdividido em outros 50( falando de uma forma vulgar,). Essa forma de organização faz esses vários estados possuírem formas de governo diferenciadas e autonomas, mas que acaba refletindo em crescimentos financeiros peculiares.
Para vocês terem uma ideia, em alguns dos territórios, a pena de morte é válida, já em outros, não. Isso faz com que um país democrático viva com opiniões diferenciadas, dando oportunidade à pessoas que não estão satisfeitas com seus locais de vivência para que migrem para outros locais onde se sintam mais "confortáveis".
Outro fator bastante contundente é a divisão de partidos políticos em Democratas e Republicanos, que terminam favorecendo à menores disparidades que com uma infinidade de divisões partidárias como há no Brasil - políticos agem de má fé, deixam de fazer o bem para o povo para favorecer rivalidades.
Para vocês terem uma ideia, em alguns dos territórios, a pena de morte é válida, já em outros, não. Isso faz com que um país democrático viva com opiniões diferenciadas, dando oportunidade à pessoas que não estão satisfeitas com seus locais de vivência para que migrem para outros locais onde se sintam mais "confortáveis".
Outro fator bastante contundente é a divisão de partidos políticos em Democratas e Republicanos, que terminam favorecendo à menores disparidades que com uma infinidade de divisões partidárias como há no Brasil - políticos agem de má fé, deixam de fazer o bem para o povo para favorecer rivalidades.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Perguntas, afirmações, retóricas: coisas que todos já sabem e acabam nem percebendo!
Antes de escrever, gostaria de ressaltar que o que será exposto não é nada mais que algo imaginário, oriundo de pensamentos fictícios. Com a infinidade de cláusulas que submetem os cidadãos de bem á processos por simples divulgação da realidade, não poderei indicar algo diretamente. Vamos ao que interessa...
O que leva uma pessoa autossuficiente financeiramente a fazer uma cidade retroceder sob seu governo? Falta de competência? Busca por um capital ainda maior? Ser "laranja" ou "marionete"? Preguiça ou comodismo? Ou, simplesmente, a vontade de ver seu povo em decadência?
As repostas podem ser várias, distribuídas em várias maneiras.
Existe uma cidade que pode ser comparada com Neverland (rancho pertencente á Michael Jackson, que era chamado pelo próprio de "a terra do nunca"), não pela estrutura, pois estaria anos luz atrás e sim pela nomenclatura. Terra do Nunca, além de significar algo presente nos sonhos, algo magnífico, pode ter o sentido de algo que se encontra estagnado, no vazio, sem progressões e é essa a amplitude do local que me refiro: local deixado de lado pelos governantes.
O que torna mais difícil a vida das pessoas nessa cidade é o apoio de alguns à essa ditadura. Isso mesmo, ainda existem alguns que apoiam ($) e acreditam nesse governante.
Vários anos de estagnação, que poderiam ser refletidos em progresso, qualidade de vida, obras notáveis e corrupção extinta. As pessoas já estão tão desacreditadas que nem percebem a situação que se encontram. Enfim, só resta um ano para o sofrimento acabar. Só um ano? é pouco? 366 dias(pois é ano bissexto) é pouco? ao término desse controle haverá outro parecido? Neverland vai melhorar? Devemos escolher melhor quem colocamos no poder e também escolher melhor quem nos representará na candidatura. Vamos parar de pensar no individual, em recompensas monetárias que não durarão por mais de 4 ou 8 anos, vamos pensar no bem coletivo, em futuras gerações!
O que leva uma pessoa autossuficiente financeiramente a fazer uma cidade retroceder sob seu governo? Falta de competência? Busca por um capital ainda maior? Ser "laranja" ou "marionete"? Preguiça ou comodismo? Ou, simplesmente, a vontade de ver seu povo em decadência?
As repostas podem ser várias, distribuídas em várias maneiras.
Existe uma cidade que pode ser comparada com Neverland (rancho pertencente á Michael Jackson, que era chamado pelo próprio de "a terra do nunca"), não pela estrutura, pois estaria anos luz atrás e sim pela nomenclatura. Terra do Nunca, além de significar algo presente nos sonhos, algo magnífico, pode ter o sentido de algo que se encontra estagnado, no vazio, sem progressões e é essa a amplitude do local que me refiro: local deixado de lado pelos governantes.
O que torna mais difícil a vida das pessoas nessa cidade é o apoio de alguns à essa ditadura. Isso mesmo, ainda existem alguns que apoiam ($) e acreditam nesse governante.
Vários anos de estagnação, que poderiam ser refletidos em progresso, qualidade de vida, obras notáveis e corrupção extinta. As pessoas já estão tão desacreditadas que nem percebem a situação que se encontram. Enfim, só resta um ano para o sofrimento acabar. Só um ano? é pouco? 366 dias(pois é ano bissexto) é pouco? ao término desse controle haverá outro parecido? Neverland vai melhorar? Devemos escolher melhor quem colocamos no poder e também escolher melhor quem nos representará na candidatura. Vamos parar de pensar no individual, em recompensas monetárias que não durarão por mais de 4 ou 8 anos, vamos pensar no bem coletivo, em futuras gerações!
FIM
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Menos 1 ano de insatisfações!
Ultimamente, veio à minha mente uma mudança que, ao meu ver, seria benéfica ao nosso país. Essa ideia é a diminuição do mandato eleitoral de alguns políticos brasileiros.
Estamos acostumados a ouvir falar que 4 anos é pouco para mudar um país. Isso na voz de um presidente, mas, e na voz de um prefeito de uma cidade do interior? Devemos acatar essa desculpa?
Se esses 1461 dias(contando um dia do ano bissexto) são poucos para trazer melhorias a um município que não é capital do estado, acaba sendo muito tempo para os cidadãos esperarem por algum progresso que venha a favorecê-los.
2 anos seriam poucos demais e poderiam haver desculpas e argumentos bem arquitetados para não aprová-los, até a população poderia criticar essa ordem por se tornar um tanto quanto cansativo ir ás urnas e dobro das vezes que normalmente iriam. Não concordaria com essa opinião, pois quem se importa realmente com o futuro do local onde vive, não ficaria triste ou entediado de ir 1 ou 2 dias a mais em 2 anos, mas ainda assim, o argumento é valido.
Portanto, 3 anos estariam de ótimo tamanho para se adaptar ao governo e ouvir as preces da população, já que, eles iriam trabalhar sob uma pequena pressão e ameaça de não ser reeleito.
É válido lembrar ás pessoas que, se estiverem insatisfeitas com seu atual mandato e estando em maioria, elas podem obrigar seu governante a renunciar, o que muitas pessoas não sabem ou esquecem.
Estamos acostumados a ouvir falar que 4 anos é pouco para mudar um país. Isso na voz de um presidente, mas, e na voz de um prefeito de uma cidade do interior? Devemos acatar essa desculpa?
Se esses 1461 dias(contando um dia do ano bissexto) são poucos para trazer melhorias a um município que não é capital do estado, acaba sendo muito tempo para os cidadãos esperarem por algum progresso que venha a favorecê-los.
2 anos seriam poucos demais e poderiam haver desculpas e argumentos bem arquitetados para não aprová-los, até a população poderia criticar essa ordem por se tornar um tanto quanto cansativo ir ás urnas e dobro das vezes que normalmente iriam. Não concordaria com essa opinião, pois quem se importa realmente com o futuro do local onde vive, não ficaria triste ou entediado de ir 1 ou 2 dias a mais em 2 anos, mas ainda assim, o argumento é valido.
Portanto, 3 anos estariam de ótimo tamanho para se adaptar ao governo e ouvir as preces da população, já que, eles iriam trabalhar sob uma pequena pressão e ameaça de não ser reeleito.
É válido lembrar ás pessoas que, se estiverem insatisfeitas com seu atual mandato e estando em maioria, elas podem obrigar seu governante a renunciar, o que muitas pessoas não sabem ou esquecem.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Criações, relações, ideias, foco e extras!
Os momentos que passo escutando Cazuza, Legião Urbana, Planet Hemp, Gabriel o Pensador, Charlie Brown Jr., SOAD, Rage Against the machine, dentre outras; indignações com fatos escandalosos que acontecem e fazem a sociedade regredir, me fazem pensar em várias suposições políticas que poderiam melhorar ou "menos piorar" o estado de nosso país e até do mundo. Socialismos, Ludismo, Capitalismo e outras ideologias do tipo podem ser conciliados? São assuntos como esses que pretendo discutir e tentar expor nesse Blogger!
Ao decorrer das postagens, você leitor, terá a oportunidade e liberdade de comentar e fazer sugestões do que pode ser exposto ou corrigido. Continue conectando-se e aguarde as primeiras postagens!
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